Covid-19: Mesmo com a pandemia, setor de cruzeiros cresce 7,6% no Brasil

Uma pesquisa estatística pela Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (CLIA Brasil) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a última temporada de viagens turísticas de navios teve impacto econômico de R $ 2,24 bilhões na economia do país, um valor 7, 6% maior em comparação à temporada anterior (2018/2019). Além disso, o setor gerou R $ 296 milhões em tributos e 33.745 empregos no período. O levantamento, divulgado hoje (24), se refere ao período de novembro de 2019 a março de 2020, que é justamente o mês de início da pandemia . Por causa disso, a temporada oficial este ano foi um mês mais curta.

Apesar de menor, a última temporada de cruzeiros registrou aumento do número de viajantes em comparação ao período anterior, totalizando aproximadamente 470 mil cruzeiristas a bordo de oito navios. Esse público navegou por 15 destinos nacionais (Santos, Rio de Janeiro, Búzios, Salvador, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Recife, Maceió, Angra dos Reis, Porto Belo, Cabo Frio, Ubatuba, Itajaí e Balneário Camboriú), além de outros Três na América do Sul: Argentina (Buenos Aires) e Uruguai (Montevidéu e Punta del Este).

O levantamento da FGV e da CLIA Brasil também mostra que o gasto médio por pessoa com a compra da viagem de cruzeiro foi de R $ 3,256 e o ??tempo médio da viagem foi de 5,2 dias.

O estudo indica que o impacto econômico médio gerado por cruzeirista nas cidades de escala foi de R $ 557,32. Os setores mais beneficiados com os gastos dos cruzeiristas e tripulantes foram compras e presentes (R $ 335,2 milhões), seguido por alimentos e bebidas (R $ 333,4 milhões), transporte (R $ 177,8 milhões), passeios turísticos (R $ 146 milhões), transporte nas cidades visitadas (R $ 71,3 milhões) e hospedagem antes ou após a viagem de cruzeiro (R $ 46,4 milhões).

Quase 92% dos entrevistados da pesquisa informaram que desejam realizar uma nova viagem de cruzeiro e 87% desejam retornar ao destino de escala, índice que, segundo os pesquisadores, reforça o papel da viagem de cruzeiro como uma vitrine para os viajantes conhecerem diversos destinos de maneira dinâmica e voltarem em um outro momento.

Quanto à frequência, 66,1% dos cruzeiristas realizavam sua primeira viagem de navio, enquanto os 33,9% restantes já viajado de cruzeiro, em média, aproximadamente quatro vezes, o que demonstra que os cruzeiros estão sempre levando novos turistas aos destinos dos roteiros. As mulheres representam 61,9% do público que viaja de navio. Em relação ao estado civil, 61% dos passageiros são casados ??e 43,9% têm entre 35 e 54 anos.

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Redes sociais, qual a importância para o turismo?

Um setor que tem aproveitado do potencial de crescimento que as redes sociais oferecem é o turismo. Desde uma pequena pousada às grandes operadoras multinacionais e companhias aéreas, passando por organizadores de eventos, cadeias hoteleiras, restaurantes, bares, agências de viagens, receptivos e etc. sempre usaram as redes sociais como uma das principais ferramentas de promoção da marca e seus produtos. E por quê as redes sociais ficaram ainda mais importantes para o turismo?

Por vários motivos. O primeiro: nós, brasileiros, somos usuários intensivos de redes sociais. Segundo pesquisa da Hootsuite e GrowSocial, publicada no início de 2020 (antes da pandemia, portanto), ficamos cerca de 4 horas por dia nas redes sociais, ocupando o segundo lugar no ranking mundial. E estamos falando de 140 milhões de usuários ativos. É bastante considerável, não é?

Sabemos que nos últimos anos, viajantes do mundo todo tem usado as plataformas digitais (mídias sociais, blogs, canais de vídeos, sites, etc.) para planejar suas viagens. A pandemia trouxe algumas mudanças para o turismo e enfatizou a importância das marcas terem boa presença digital. Isso significa ficar bem posicionado nas buscas do Google, contar com site eficiente, ter boa reputação no Google Meu Negócio e TripAdvisor, e principalmente ter excelente perfil no Instagram e página no Facebook.

Por que as redes sociais ficam ainda mais importantes para turismo?

Depois da pandemia, todos nós ficamos mais conectados e ligados às lives e conteúdos das redes sociais. As marcas que já trabalhavam bem com as mídias sociais ganharam notoriedade e aquelas que não davam muita ênfase, entenderam porque as redes sociais são tão importantes para o turismo.

Assim, o turismo pode e deve aproveitar do potencial visual das redes sociais. Milhares de viajantes começam e terminam sua jornada de compra (pesquisa, planejamento, compra, viagem e pós viagem) nas redes sociais. Uma determinada postagem de um amigo, um influenciador, uma determinada empresa ou mesmo do destino, pode dar início a todo esse processo.

Além disso, o perfil do Viajante 4.0 mudou. Antes da Covid-19 ele já era digital e usava a internet em todas as suas etapas de compra. Agora ele deixa de ser um viajante digital e passa a ser um viajante digitalizado. Ou seja, esse comportamento no mundo digital fica ainda mais evidente. O nosso “novo” viajante 4.0 está ainda mais familiarizado com as tecnologias e as empresas que não são digitalizadas tendem a ser esquecidas (ou mesmo desprezadas) por esse cliente.

A maior parte dos viajantes digitais sonham, planejam, reservam, viajam e compartilham duas viagens nas plataformas digitais. Eles investem muito tempo online, para encontrar a melhor alternativa que se adapte às suas necessidades. E é justamente nesse momento que sua empresa deve captar a atenção desse potencial cliente e oferecer seus serviços.

E este é um dos principais motivos para conhecer bem o funcionamento das redes sociais e usá-las a favor do seu negócio. Principalmente no pós covid, quando precisamos de ações de comunicação efetiva para garantir a segurança dos turistas e gerar negócios.

Para quê servem as redes sociais?

Servem para: atrair o público alvo desejado, criar relacionamento, engajar, fidelizar e gerar negócios.

Existem diversas plataformas que podem ser exploradas pelas marcas turísticas: Instagram, Facebook, TikTok, LinkedIn, WhatsApp, Youtube, Pinterest, dentre outras. No entanto, para decidir a(s) melhor (es) plataformas, é importante saber quais as utilizadas pelo público alvo que sua empresa está buscando. Em geral, as duas redes sociais mais usadas pelos turistas são: Facebook e Instagram.

O sucesso ou fracasso das empresas nas redes sociais depende muito de entender qual é o papel das redes sociais nesse processo de compra do seu cliente ideal.

Como ter resultados com as redes sociais no turismo?

Qualquer estratégia nas redes sociais deve ter como objetivo alinhar as necessidades da marca com os interesses do público alvo.

Assim, sempre é recomendável usar as plataformas adequadas para enviar mensagens que realmente chamem atenção do público alvo. É muito importante entender o momento da jornada de compra do seu cliente para saber “o que”, “como” e “quando” falar.

Vale lembrar, que o objetivo da marca não deve ser alcançar milhares de seguidores, mas sim aqueles usuários que têm interesse nos seus produtos e podem vir a ser clientes da sua empresa. Como fazer isso?

Conhecendo a fundo a sua persona, que é um desenho do seu cliente ideal. Dessa forma, você consegue compartilhar conteúdos que realmente são interessantes.

Além disso, existem algumas ações que podem ser realizadas para dar mais visibilidade, alcance e engajamento à sua marca. Confira a seguir:

  • Interagir com os usuários: quando você interage publicamente com os clientes potenciais, tem mais chances de aparecer para usuários com os mesmos interesses. Esta é uma forma de chegar a novas audiências.
  • Adaptar os conteúdos de acordo com a rede social. Cada plataforma tem a sua maneira de atrair visitantes e uma linguagem própria. Criar conteúdos específicos para cada rede social, gera mais impacto na comunidade.
  • Dar atenção aos usuários: responder às dúvidas e aos comentários com agilidade, ajuda a melhorar a reputação da marca. Temos que lembrar que por trás das telas existem pessoas com diferentes gostos, desejos e necessidades.
  • Usar as hashtags corretamente: a importância do uso das # é indiscutível, principalmente para sua postagem ser visualizada por usuários que ainda não seguem o seu perfil. Existe um limite de 30 # no Instagram, mas a sugestão é usar entre 8 e 11 a cada postagem. Se não quiser “poluir” a postagem com tanta #, você pode inseri-las no primeiro comentário.
  • Investir em anúncios (Ads) – muitas vezes não conseguimos atingir nossos objetivos de forma orgânica e precisamos dar um empurrão para que nossas postagens ganhem visibilidade. Por esse motivo, é recomendável ter orçamento, mesmo que pequeno, para impulsionar algumas publicações.

Você consegue imaginar como seria a promoção e divulgação da sua empresa e seus produtos sem redes sociais?

Sabemos que as mídias sociais vêm ganhando muitos recursos e as publicações estão cada vez mais profissionais. Também é fácil entender porque essas redes sociais são tão importantes para o turismo. Afinal, quem nunca ficou aguado para conhecer um lugar novo depois de ver uma postagem bacana no Instagram?

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VSS Unity – Virgin Galactic revela imagens do interior da nave que levará turistas ao espaço

Os clientes poderão observar o planeta de longe por 12 janelas, incluindo um espelho circular na parte traseira

Cada “passagem” custa US$ 250 mil, valor que mais de 400 clientes estão dispostos a pagar para sair do planeta

A empresa de turismo espacial Virgin Galactic apresentou, nesta terça-feira (28), a espaçonave que poderá levar passageiros no primeiro voo espacial comercial. A cabine da VSS Unity conta com seis assentos personalizados, que serão adaptados ao usuário que fizer a viagem. As cadeiras poderão se mover durante o voo, um percurso de 97 quilômetros acima da terra.

De acordo com a empresa, os passageiros podem se levantar dos assentos na altitude máxima para flutuar pela cabine. Os clientes poderão observar o planeta de longe por 12 janelas, incluindo um espelho circular na parte traseira. A viagem tem duração de 90 minutos e deve sair do Novo México, nos Estados Unidos, ainda sem data para ocorrer. A aeronave ficará acoplada em um avião maior, do qual se separa após o lançamento. Cada “passagem” custa US$ 250 mil, valor que mais de 400 clientes estão dispostos a pagar para sair do planeta.

 

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