Campanha convida turistas para voltar a visitar Brumadinho

Brumadinho, em Minas Gerais, é um destino turístico que abraça todos os públicos. Desde os aventureiros, que gostam de estar perto da natureza, aos amantes de arte contemporânea e casais que querem um fim de semana romântico. A cidade, com 639,4 quilômetros quadrados (quase o dobro da capital mineira Belo Horizonte), está apta para receber turistas. Desde o rompimento da barragem da Vale no Córrego do Feijão, que atingiu diretamente 665 pessoas, deixando 240 mortos, de acordo com levantamento da defesa Civil de Minas Gerais, o fluxo de turistas diminuiu muito na cidade. Por isso, a Associação de Turismo de Brumadinho (ATBR) criou a campanha Abrace Brumadinho que convida o público para voltar a visitar o município, afinal, com exceção do trecho afetado fisicamente pelo rompimento da barragem, os restaurantes, hotéis e pousadas estão funcionando normalmente. O acesso à cidade se dá pelas rodovias BR 381, BR 040 e MG 040. Brumadinho fica a cerca de 800km de Brasília (de carro). É possível chegar de avião, decolando do aeroporto de Confins ou de Pampulha e depois pegando um traslado até Brumadinho, que está a 58km de Belo Horizonte. Existem serviços de transfers e taxistas realizam a corrida. O turismo é o segundo maior motor da economia de Brumadinho e gera mais de 2.100 empregos na cidade. Desde o rompimento da barragem da Vale, em 25 de janeiro, a atividade sofreu redução e a campanha Abrace Brumadinho busca mostrar que a cidade está de braços abertos aos visitantes, com a conhecida receptividade mineira. Brumadinho é um município que conta com lindas serras em suas paisagens. Alguns trechos estão a mais de 1.200 metros de altitude, o que permite um visual panorâmico das montanhas e florestas. A história do município começa em fins do século 17 e início do século 18, com a ocupação do Vale do Paraopeba pelos bandeirantes. Nesse período, surgiram os povoados de Piedade do Paraopeba, Aranha, São José do Paraopeba e Brumado do Paraopeba. A segunda fase histórica inicia-se com a construção do Ramal do Paraopeba e da Estação Ferroviária de Brumadinho, inaugurada em 1917, que possibilitou a vinda de muitos trabalhadores, dando, assim, origem à atual região central de Brumadinho. O nome é oriundo da antiga Vila do Brumado do Paraopeba, assim denominada em detrimento das brumas presentes na região. A cidade abriga vários povoados, comunidades quilombolas, que recebem visitas. Entre essas estão os quilombos Marinhos e Sapé que oferecem vivências e roteiros culturais com encontros musicais, com expressões artísticas e socioculturais tradicionais. É onde fica o Instituto Inhotim, maior museu a céu aberto da América Latina, que felizmente não foi atingido pela lama. O Inhotim guarda um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes. O local mescla arte com natureza, e é internacionalmente reconhecido. Para além da arte contemporânea, Brumadinho está se tornando um pólo de artesanato, principalmente de cerâmica. Vários ceramistas e artesãos integram o circuito nacional de produção de cerâmica.
Para o presidente da ATBR, Leonardo Esteves, 34, retomar a rotina é importante para a recuperação de Brumadinho: “Precisamos retomar a normalidade e olhar para frente, respeitando a dor de todas as famílias, mas sabendo que existe futuro, existe expectativa. É uma cidade muito bonita, com um povo muito acolhedor, que tem muito a oferecer”. O turismo é visto como o principal caminho para que a cidade se recupere da tragédia. Para a Associação de Turismo, este é um ótimo momento para conhecer as atrações turísticas e contribuir para que o município se restabeleça. A viagem a Brumadinho pode ter vários perfis, de acordo com os gostos dos viajantes. A certeza é de que o lugar agrada a todos os públicos.

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Acidente com ônibus de turismo na Toscana deixa 37 feridos.

 

I soccorsi al bus turistico precipitato in una scarpata sulla Siena-Firenze all’altezza di Monteriggioni (Siena), 22 maggio 2019. ANSA/FABIO DI PIETRO

SIENA, 23 MAI (ANSA) – Um ônibus de turismo com 60 pessoas caiu em uma encosta em Siena, na Itália, deixando uma pessoa morta e 37 feridas. O acidente ocorreu ontem (22), na rodovia que liga Siena a Florença, na região da Toscana, no centro-norte da Itália. Dos 37 feridos, nove estão hospitalizados em estado grave. A vítima fatal é uma mulher de nacionalidade russa, identificada como Elena Urtaeva, que era a guia turística do grupo. Os turistas fazem parte de um grupo do leste europeu, de países como Ucrânia, Rússia, Armênia, Romênia, Cazaquistão, Bielorrússia, Georgia e Moldávia.O motorista, um italiano de 35 anos originário de Castrovillari, em Cosenza, na Calábria, foi detido e está sendo acusado por homicídio. Ele alegou que, em um momento de distração, perdeu o controle do veículo na altura da saída e Monteriggioni e Badesse. A Promotoria de Siena abriu uma investigação sobre o caso. (ANSA)

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Guia de turismo relata como foi o resgate da família catarinense morta no Chile.

Antes de serem encontrados mortos em um apartamento de Santiago, no Chile, na tarde desta quarta-feira (22), os cinco catarinenses pediram ajuda a uma companhia de viagem brasileira, que entrou em contato com um guia de turismo chileno. Além deles, uma mulher de Goiânia morreu no local. Após ser acionado pela companhia, o guia se dirigiu até o apartamento e, no caminho, informou à polícia que algo errado havia acontecido com os turistas. O chileno Marcelo Midolo Vilalobos contou à reportagem da NSC TV como foi o resgate da família catarinense e da outra brasileira, natural de Goiânia:
— Eu sou guia de turismo chileno, trabalho com muitos brasileiros de todo o Brasil. A Companhia BRT, uma das maiores aí do Sul do Brasil, mandou um áudio para mim, pedindo ajuda a algumas pessoas que ligaram para a eles dizendo que inicialmente ficaram doentes. Quando chegou no endereço, os bombeiros já estavam no local e haviam constatado a morte das seis pessoas.
— Os policiais não puderam derrubar a porta porque não tinham uma autorização judicial, uma ordem judicial. Mas aí os bombeiros entraram pela janela e acharam tudo que aconteceu. Ainda é preciso investigar, mas, inicialmente, é morte por gás — acrescenta Vilalobos. O Cônsul adjunto do Brasil no Chile, Ezequiel Chamorro, também foi acionado. Ele contou que uma mensagem chegou ao telefone de emergência consular de uma parente das vítimas. A mensagem dizia que a familiar não conseguia mais contato com os parentes no apartamento e suspeitava que havia algo grave. — Eu suspeitava que algo grave estava acontecendo e decidi vir pessoalmente, subi ao quinto andar. A gente bateu na porta e ninguém abriu. Chamamos as pessoas para abrir a porta, entramos e sentimos um odor forte de gás. Encontramos os seis corpos, mortos — relata o cônsul adjunto. A identidade das vítimas foi confirmada pela família. Os mortos são o casal Fabiano de Souza, 41 anos, e Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos, e os filhos Caroline Nascimento de Souza, que completaria 15 anos nesta semana, e Felipe Nascimento de Souza, 13. A família morava em Biguaçu, na Grande Florianópolis.
Além deles, também morreram Jonathas Nascimento Kruger, 30 anos — que também é catarinense e é irmão de Débora —, e a esposa dele, Adriane Krueger, que é de Goiânia. O casal morava na cidade de Hortolândia, em São Paulo.

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