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Tempo que os turistas demoram a relaxar durante as férias: 21 horas e 31 minutos é o tempo para o relaxamento

Não adianta reclamar. O primeiro dia de uma viagem praticamente passa em branco. De acordo com uma pesquisa da empresa de aluguel para férias Home Away, do Reino Unido, os turistas demoram 21 horas e 31 minutos para realmente começar a relaxar. O tempo inicial é gasto para desarrumar as malas, se refazer do percurso de ida e se habituar à acomodação. Os dados foram divulgados no jornal Daily Mail.

O levantamento realizado com 2 mil adultos britânicos constatou que um terço se esquece do escritório só no terceiro dia. E um quarto só consegue realmente descansar após 48 horas. Em comparação, os entrevistados gastam apenas cinco horas e 29 minutos planejando os dias sem trabalho e um terço começa a se preocupar com o incômodo do percurso da volta depois de 72 horas que chegou.

Apesar de 80% dizerem que o principal motivo das férias é descontrair, quase metade, principalmente os pais, contou que muitas vezes chega em casa precisando de outra folga para relaxar da experiência estressante. A causa número um de tensão é chegar ao destino. Em seguida, aparecem pressões por não saber o idioma e preocupações com gastos excessivos por confusões com as taxas de câmbio. Mais de 80% informaram que lutam para levantar na hora certa e não perder o café da manhã.

“Talvez ter mais ajuda dos parceiros, permitindo que as crianças façam suas próprias coisas, e tentar esquecer as preocupações de casa ajudam a descontrair um pouco mais rápido”, disse Marie Chenailler, a porta-voz da empresa de turismo.

Destinos turísticos na Copa do Mundo de 2014: Búzios – Rio de Janeiro

Praia de Manguinhos

O Ministério do Turismo (MTur) escolheu o município de Búzios, na Região dos Lagos Fluminense, como destino turístico para a Copa do Mundo de 2014. Foram definidos 88 produtos e 184 destinos próximos às 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, com distância de até três horas (via terrestre) ou até duas horas (via aérea). A ideia é incentivar o visitante a conhecer os atrativos localizados no entorno das sedes, aumentando o fluxo turístico, a distribuição de renda e a geração de emprego.

No estado do Rio, além de Búzios, os destinos selecionados foram: a capital, Rio de Janeiro, Niterói, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Guapimirim, Angra dos Reis e Ilha Grande, Arraial do Cabo e Paraty. Aproximadamente 600 mil estrangeiros e três milhões de brasileiros deverão circular pelo Brasil no mês da Copa. Pela estimativa oficial, o país vai totalizar 7,8 milhões de viagens domésticas no período. De acordo com informações do Ministério do Turismo, os municípios selecionados terão preferência na destinação de recursos e no destaque da promoção oficial.

Além do segmento sol e praia, a lista engloba: ecoturismo, aventura, esporte, cultura, negócios, eventos e gastronomia. E Búzios vem se preparando para receber esses turistas. O balneário tem mais de 300 opções de hospedagem e uma grande rede de restaurantes e serviços, principalmente no setor de diversão e lazer. O ecoturismo no município também merece destaque. Para o prefeito de Búzios, Delmires Braga (o “Mirinho”), a escolha da cidade significa o reconhecimento do trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos para fomentar o turismo de qualidade, atraindo cada vez mais turistas nacionais e internacionais.

Turismo espacial – Classe executiva se prepara para embarcar em voos espaciais da Virgin Galactic

Os primeiros voos das novas companhias aéreas que levarão turistas além da fronteira espacial estão programados para decolar em 2012, e reservar assento num deles não é diferente de marcar viagem para algum lugar da Terra. Pode-se entrar no site, por exemplo, da Virgin Galactic, a mais famosa companhia de turismo espacial, ou ir a uma agência de viagem e deixar uma gorda entrada. Em breve será possível comprar seguro de viagem, como se faz em qualquer tipo de viagem de férias.

Até agora, o turismo espacial estava limitado aos super-ricos. Apenas sete pessoas pagaram dezenas de milhões de dólares por uma viagem à Estação Espacial Internacional a bordo de um foguete russo. Porém, isso pode mudar neste ano, quando a Virgin Galactic pretende começar a oferecer voos pouco além da barreira espacial numa nave-foguete que construiu, oferecendo cinco minutos de ausência de peso durante um passeio de duas horas e meia. Por US$ 200 mil o lugar, ele abrirá a fronteira final para muito mais gente.

“Felizmente, por volta do próximo Natal, eu, minha filha e meu filho seremos as primeiras pessoas a ir ao espaço”, disse Richard Branson, o proprietário da Virgin Galactic, numa entrevista filmada em novembro (com um toque de sua grandiosidade habitual).

Pelo menos mais duas companhias aéreas especializadas derem o mesmo passo, aceitando reservas (e entradas) para as futuras viagens espaciais.

A grande seguradora Allianz, vai lançar um seguro em 2012, emprestando ao turismo espacial a pompa da indústria do turismo comum.”O simples fato de poder vender a viagem espacial como uma parte regular do seu negócio é uma coisa legal ou não é?”, perguntou Lynda Turley Garrett, presidente da Alpine Travel, de Saratoga, Califórnia, uma das 58 agências espaciais credenciadas pela Virgin Galactic nos Estados Unidos.

Em cinco anos, ela vendeu três lugares, incluindo o de Culver. Contudo, ela espera que isso mude assim que os passageiros comecem a subir e descer para contar aos amigos.Em 2017, “será como marcar um voo para Los Angeles”, previu Garrett. Culver, que trabalhou como controladora de missão da NASA e agora dá palestras motivacionais, sempre quis ir para o espaço; sem sucesso, ela se candidatou quatro vezes para virar astronauta da agência espacial americana.

Para marcar o voo espacial, ela quis uma conversa cara a cara, então procurou a lista de agências espaciais da Virgin e ficou feliz de encontrar uma perto de sua casa em San Jose, Califórnia. Ela e Garrett ficaram batendo papo um tempo e depois saíram para almoçar e continuar a conversa.

Por cinco minutos os passageiros da nave da Virgin poderão flutuar pelo interior da cabine

Logo depois, Culver pagou a entrada de US$ 20 mil, tornando-se uma das 475 pessoas que reservaram uma poltrona no voo da Virgin Galactic. A maioria delas já pagou o valor integral da passagem para subir além dos cem quilômetros de altitude, considerado o limite para entrar no espaço sideral. (Quem pagar o valor integral terá direito aos primeiros lugares.)

Esses voos não irão orbitar a Terra. Mais exatamente, serão excursões de sobe e desce “suborbitais”, parecidos com um passeio numa montanha-russa gigante, oferecendo cinco minutos de ausência de peso no ápice do voo. A viagem não é para os fracos do estômago; a NASA costumava treinar os astronautas numa aeronave de mergulho rápido que oferecia intervalos de ausência de peso e era apelidada de Cometa Vômito _ aparentemente por um bom motivo.

Para os clientes da Virgin, o passeio ao espaço será o ponto culminante de uma viagem de três dias ao recém-construído Espaçoporto América em Las Cruces, Novo México. Parte do tempo será gasto com treinamento e preparativos. A diversão também vai acontecer no chão. “Como é típico da Virgin, haverá festas rolando”, disse Garrett.

No terceiro dia, um avião de transporte, com o foguete SpaceShipTwo preso embaixo, irá alçar voo da pista de decolagem e voar a 15.240 metros, quando a nave foguete será lançada.Nessa hora, a força de aceleração irá pressionar os passageiros para o fundo das poltronas _ alguém quem pese 77 quilos sentirá ter meia tonelada. Depois o rugido do motor vai se transformar em silêncio, o céu azul ficará preto e o peso irá sumir.

“Você poderá soltar o cinto de segurança, se mover pela cabine, dar cambalhotas, tirar uma foto com a curvatura da Terra no fundo”, afirmou Garrett.Depois disso, os passageiros voltarão a prender os cintos de segurança antes de o SpaceShipTwo reentrar na atmosfera, exercendo forças esmagadoras por mais alguns minutos. Assim que a velocidade reduzir, ele irá planar até a pista de pouso.Para Culver, o voo da Virgin realizará um sonho, ainda que caro. “Na Califórnia, seria o mesmo que comprar uma casa.”

Sonhos de astronauta estariam ao alcance de mais pessoas se os preços caíssem. Além de Branson, os empreendedores ricos que lançaram empreendimentos espaciais incluem Elon Musk, da SpaceX, e mais recentemente Jeffrey P. Bezos (fundador da Amazon.com) e Paul G. Allen (um dos fundadores da Microsoft). As novas empresas estão mais concentradas em colocar satélites em órbita e ganhar contratos da NASA, mas indicaram que viagens de passageiros podem vir a fazer parte do plano.

A Virgin Galactic não é a única com clientes pagantes. A XCOR Aerospace, de Mojave, Califórnia, tem mais de cem reservas para uma poltrona, a um valor de US$ 95 mil, em seu pequeno avião espacial, que terá apenas dois lugares _ um para o piloto e outro para o passageiro. A XCOR começará a voar em 2013.

E a Space Adventures Ltd., de Vienna, Virgínia, que por enquanto vem aceitando reservas a US$ 110 mil o assento, já conseguiu mais de 200 pessoas. Sua sócia, Armadillo Aerospace, de Heath, Texas, pretende construir uma espaçonave automatizada – sem piloto – que pode levar duas pessoas por vez.

A Virgin está concluindo a construção de um Espaço Porto no estado americano do Novo México

Um freguês da One Space Adventures que pagou a entrada há mais de uma década é Madsen Pirie, pesquisador britânico que fundou o Instituto Adam Smith, “think tank” dedicado à política do livre-mercado. “Fui a primeira pessoa da Grã-Bretanha a fazer a reserva.”

Ele está decepcionado com o fato de a espera ter se alongado tanto – a Space Adventures ainda não definiu a data de seus voos suborbitais -, mas não se arrepende. “Tem sido uma história de esperanças adiadas. Sentirei um prazer imenso quando chegar minha vez.”

Num sinal de que as coisas estão ganhando velocidade, a Allianz, que tem um negócio de seguro de viagens de US$ 1 bilhão por ano, anunciou recentemente que ofereceria seguros aos clientes da Virgin Galactic, para cobrir uma série de possíveis problemas, como cancelamentos de última hora e cobertura de problemas de saúde, antes ou depois da viagem.

Quando a questão de oferecer seguro para viagem espacial veio à baila há três ou quatro anos, “falamos que, naquele momento, era uma piada”, lembra-se Erick Morazin, diretor de contas globais da Allianz Global Assistance.”Atualmente, Virgin Galactic, XCOR e Space Adventures devolvem praticamente todo o valor da entrada se alguém quiser cancelar, mas Morazin disse esperar que suas políticas se tornassem menos indulgentes no futuro. “Estaremos preparados para este marco.”