Turismo: O que esperar do curso?

Já pensou em trabalhar onde você passa as férias? Pois saiba que o Turismo empregou 319 milhões de pessoas no mundo e gerou US$ 8,8 trilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) mundial só em 2018! Esse valor corresponde a 10,4% de toda a atividade econômica global, segundo os dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, sigla em inglês).

E não para por aí, o Turismo é o segundo setor que mais cresce no mundo! Ainda de acordo com o WTTC, a área teve uma alta de 3,9%, superando pelo oitavo ano consecutivo a expansão da economia global, que foi de 3,2% em 2018.

Se animou em ser um turismólogo? No Brasil, o curso de Turismo surgiu em 1971 e a profissão foi reconhecida em 2012, pela lei federal nº 12.591. Nosso país tem um enorme potencial turístico devido a diversidade cultural e as belezas ambientais. E o mercado turístico aqui, além de gerar renda para muitas pessoas, ainda ajuda a preservar a história, a cultura e o meio ambiente de várias partes do Brasil. Afinal, o que faz um turismólogo? Ele pode atuar como guia de turismo, em agências de viagens ou em órgãos públicos, ou promover de viagens e eventos. Mas não só de viagens vivem os profissionais de Turismo, eles também podem gerenciar de hotéis, restaurantes e empresas de eventos e lazer, e atuar na área de marketing ou transportes.

Como é o curso? Para se tornar um profissional de Turismo é preciso fazer o curso técnico ou bacharel. O curso técnico tem mais disciplinas práticas e dura cerca de 2 anos. Já o bacharel tem mais matérias teóricas e é mais longo, de 3 a 4 anos. No caso dos guias de turismo, é preciso fazer o curso técnico e se cadastrar no Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur).

Gustavo Sanches é aluno de Turismo na Universidade Anhembi Morumbi e escolheu o curso por ser uma área ampla e em crescimento, com possibilidade de atuação em vários segmentos. “É uma área que oferece oportunidades incríveis para aqueles que amam e se dedicam a hospitalidade e o prazer de bem servir”, completa Gustavo. Já para Victor Mazuca Scagion, aluno de Turismo na Universidade de São Paulo (USP), foi o fascínio por culturas que o fez se encantar pelo curso. “Aprender e entender as particularidades das pessoas e de suas diferentes culturas é o que mais me encanta no Turismo!”, conta o aluno.

O conteúdo do curso é bem multidisciplinar e envolve, além de turismo, administração, marketing, economia, cultura, artes, história, geografia, meio ambiente e gastronomia. A instituição pode dar ênfase a um setor específico, como administração ou ecoturismo.Na opinião de Victor Mazuca, por ter uma abordagem bem ampla, o curso torna-se generalista. “Então cabe ao aluno focar em uma área de interesse e estudar por conta, fazendo uma especialização após a graduação” O estágio é obrigatório para concluir o curso. “Os estudantes podem estagiar nas mais diferentes áreas do Turismo, como agências, operadoras, meios de hospedagem, empresas de lazer e recreação, eventos, alimentos e bebidas”, explica a coordenadora do curso de Turismo da Anhembi Morumbi, Silvia Valente.

Durante o curso, são feitas palestras, workshops e oficinas que contribuem para a formação acadêmica e profissional do estudante. O intercâmbio é outra oportunidade para o aluno de Turismo e o Gustavo Sanches aconselha: ”É algo que recomendo pois ampliou minha visão sobre o turismo e pude ter uma experiência incrível”

Falando em intercâmbio, o conhecimento de, pelo menos, uma língua estrangeira é indispensável para os profissionais de Turismo e o curso também inclui essa disciplina. É recomendado que os turismólogos saibam se comunicar em inglês e espanhol. As possibilidades de atuação na área de Turismo são muitas e os conhecimentos e habilidades a serem adquiridos também.

Para se aprimorar durante o curso, Victor Mazuca dá a dica: “O bom aluno tem que ler bastante, se inteirar das novidades e, se possível, viajar, não só para aproveitar a viagem, mas para observar e compreender a atividade turística dos locais visitados”

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Juizado da Infância alerta sobre mudança na lei para viagens de menores.

A juíza Sandra Merenda, coordenadora da Infância e da Juventude do Estado, e também responsável pelo 2º Juizado especializado de Porto Velho, alerta pais e responsáveis para a mudança recente da legislação, que altera de 12 para 16 anos a permissão para adolescentes viajarem sozinhos, sem autorização dos pais.

A exigência é justamente para proteger as crianças, sobretudo do tráfico de pessoas. A Lei 13.812, que trata da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas foi publicada no último dia 16 de março, e trouxe modificação no artigo 83, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desde 1990, qualquer adolescente, com apenas 12 anos de idade, poderia pegar avião, navio, trem, etc., e viajar por onde quisesse no território nacional sem autorização.

A lei, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, determinou que, até completar 16 anos de idade, crianças e adolescentes só podem fazer viagens nacionais acompanhados dos pais, dos responsáveis, de parente até o terceiro grau (com documentação que comprove o parentesco) ou de pessoa maior de idade com autorização por escrito de pai, mãe ou responsável. Não há necessidade de autorização caso o menor de 16 anos viaje sozinho para uma comarca vizinha à de sua residência ou dentro da mesma região metropolitana.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) também prevê a necessidade de autorização judicial quando crianças ou adolescentes nascidos no Brasil saem do país acompanhados por estrangeiros residentes ou domiciliados no exterior. Internacional: As exigências para viagens internacionais continuam as mesmas: menores de 18 anos só podem viajar acompanhados de ambos os pais ou do responsável. Se o menor de idade viajar com apenas um dos pais, o outro deve autorizar expressamente a viagem, por meio de documento com firma reconhecida.

Os adolescentes a partir do 12 podem viajar sozinhos para o exterior, desde que tenham autorização. Autorizações: As autorizações judiciais são obtidas nos juizados e varas de infância e juventude de todo estado, em horário de expediente do Poder Judiciário, das 7h às 13h e das 16h às 18h. Para obtê-las é necessário apresentar documentos da criança ou adolescente e do genitor requisitante. A juíza Sandra Merenda enfatiza aos pais para procurarem o Judiciário com bastante antecedência da viagem para não correr riscos de não embarcar.

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Setur estuda Turismo religioso em Senhor do Bonfim, na Bahia.

 

Um projeto de investimento no desenvolvimento do Turismo religioso na região de Senhor do Bonfim, na região metropolitana de Salvador, foi apresentado ao secretário estadual do Turismo da Bahia, Fausto Franco, em reunião realizada nesta quinta-feira (21).

A ideia é construir um mirante no entorno da igreja localizada no topo da Serra da Maravilha, conhecida por suas riquezas naturais e trilhas para práticas esportivas e ecológicas. Em um segundo momento, seria instalada uma grande estátua de Jesus Cristo no ponto turístico. “Nosso objetivo é fortalecer cada vez mais o segmento de Turismo religioso na Bahia, que já possui atrativos valiosos.

As novas propostas serão devidamente analisadas”, afirmou Fausto Franco. O prefeito Carlos Brasileiro lembra que Senhor do Bonfim situa-se em parte da Chapada Diamantina, com diversas potencialidades no âmbito do turismo religioso, de aventuras e no ecoturismo, além de ser palco de uma das festas de São João mais tradicionais da Bahia. “Queremos valorizar as potencialidades da Serra da Maravilha com as obras deste projeto, alinhando-as com outras atividades já praticadas no local, como o ciclismo, o motociclismo, o rally e as caminhadas por trilhas”, explicou o prefeito de Bonfim, Carlos Brasileiro.

No encontro, que contou também com ex-jogador de futebol e agora deputado estadual, Raimundo Nonato Tavares da Silva, mais conhecido como Bobô, e o superintendente de Serviços Turísticos da Setur, Jorge Ávila, ainda foi discutido o projeto de modernização do Centro Cultural Ceciliano de Carvalho.Construído na década de 1970, o prédio necessita de uma reforma estrutural. De acordo com o projeto, as obras devem incluir a recuperação de poltronas, coxias, camarins e telhado.

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