Com greve de caminhoneiros, viagens do Bike Vitória vão custar R$1,00.

Inauguração de seis novas estações do Bike Vitória

Diante da paralisação dos caminhoneiros e da dificuldade de abastecimento dos veículos, a Prefeitura de Vitória decidiu criar um passe semanal emergencial por apenas R$ 1,00, para utilização das bicicletas compartilhadas de Vitória. O preço valerá para a próxima semana toda, de segunda-feira (28) a domingo (3). É uma forma de colaborar para a locomoção das pessoas. “Nos dias úteis é que as bicicletas compartilhadas são mais utilizadas por trabalhadores. Então, nesta crise de abastecimento, nós vamos fazer o passe semanal pelo valor de apenas R$ 1,00, de segunda-feira até o próximo domingo, para que as pessoas possam utilizar a bicicleta e ajudar na locomoção”, destacou o prefeito Luciano Rezende, na manhã deste domingo (27). O valor semanal de R$ 1,00 vale apenas para esta semana. Os demais passes (diário, mensal e anual) não serão alterados. Diário sai, hoje, por R$ 6,30, mensal, R$ 12,60, e anual, R$ 78,75. São 30 estações e 600 bicicletas em toda a cidade. O secretário de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana de Vitória, Tyago Hoffman, explica que é um plano semanal emergencial. “A pessoa vai pagar R$1,00 para usar a bike pela próxima semana inteira”. Ele diz ainda que os dias em que mais se utiliza a bicicletas compartilhadas são as segundas e quartas-feiras. “Nós fizemos um estudo que comprova que as bicicletas são utilizadas hoje mais para o trabalho e para o estudo do que para o lazer. O Bike Vitória já é um modal de transporte na Capital”
Segundo Luciano Rezende, a sugestão de baixar o valor do passe chegou pelas redes sociais. “A ideia chegou pelas redes sociais e eu conversei com os administradores do sistema. Eles gostaram tanto da sugestão que, em outras capitais onde a empresa opera, adotarão a mesma medida”, assinalou.

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CCR aumenta intervalo entre as viagens Rio-Niterói nesta segunda.

A CCR Barcas adotou, nesta segunda-feira, medidas de contingência para minimizar o impacto do desabastecimento de combustível no transporte aquaviário. Na linha Arariboia – Praça XV, os intervalos entre as viagens realizadas no período de rush (das 6h30 às 10h e das 16h30 às 20h10) serão de 20 minutos. Nos demais horários, o tempo entre as viagens será de 30 minutos. Na linha Charitas, no sentido Praça XV, as viagens programadas para as 10h30 e 11h30 não serão realizadas. No sentido Praça XV – Charitas, as viagens programadas para as 11h e 12h não serão realizadas. Os demais horários não foram alterados. O trajeto Cocotá – Praça XV as viagens programadas para as 7h e 9h20 não serão realizadas. As demais viagens não sofreram alterações. No sentido Praça XV-Cocotá, as viagens programadas para as 17h30 e 19h50 não serão realizadas, permanecendo a viagem programada para as 18h40. A CCR Barcas ainda informou que, nos dias úteis, o trajeto Paquetá-Praça XV não funcionará nos horários 5h30, 7h30, 16h30 e 21h. No sentido Praça XV-Paquetá, as viagens programadas para as 8h30, 15h30 e 20h não serão realizadas. No fim de semana, no sentido Paquetá-Praça XV, as viagens programadas para as 10h, 13h, 14h30, 17h30, 20h30 e 23h30 não serão realizadas; e no sentido Praça XV-Paquetá, as viagens programadas para as 8h30, 11h30, 14h30, 17h30, 20h30 e 0h não serão realizadas.

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Seleção brasileira terá recorde de deslocamento na Copa da Rússia .

A seleção brasileira embarca para Londres neste domingo (27) para iniciar um ritual comum nesta Copa do Mundo: viajar de avião. A imensidão do território russo e a infelicidade no sorteio das chaves, realizado em dezembro passado, vão levar a equipe do técnico Tite a ter o maior deslocamento do time brasileiro na história durante a primeira fase da competição. De Sochi, no sul da Rússia, onde a seleção vai ficar concentrada, até os três compromissos da fase de grupos, as viagens vão passar de 7,3 mil km, cerca de 400 km a mais do que a distância percorrida pela equipe de Felipão na Copa passada, quando precisou sair de Teresópolis (RJ) para compromissos em São Paulo, Fortaleza e Brasília. Os comandados de Tite devem passar no ar cerca de 12 horas entre idas e voltas dentro da Rússia (em voos fretados) para os compromissos contra Suíça, Costa Rica e Sérvia. Dos 32 países participantes, a seleção brasileira será a quinta com mais quilômetros percorridos ao fim da etapa inicial. A Polônia, que também escolheu Sochi como base, será a recordista de deslocamentos. O time do centroavante Robert Lewandowski acumulará cerca de 9,9 mil quilômetros em viagens. O Brasil, assim como a maioria das outras seleções da Copa, definiu a sede dos treinamentos no ano passado, antes da definição dos grupos e da tabela do torneio. A CBF quis se antecipar para ficar em um local com condições adequadas às necessidades da comissão de Tite.O técnico queria unir estrutura, privacidade e boas condições de deslocamento. Por isso, ainda no ano passado, a comissão encontrou em Sochi uma opção ideal. Entre os benefícios estão um hotel ao lado do campo de trabalho, o ambiente tranquilo de uma cidade de 350 mil habitantes com uma temperatura média de cerca de 25º C no mês de junho. O problema foi a definição das chaves não ajudar o Brasil. Faltou combinar com os russos. Ao cair no Grupo E, a seleção passou a ter uma tabela com jogos distantes e sem a sorte de poder atuar na própria cidade. Tite reclamou. “Nós gostaríamos de jogar em Sochi. A prioridade que se estabeleceu foi ter uma logística boa. Essa variável seria por sorteio. Não tínhamos condições de assegurar”, comentou o treinador depois do sorteio de dezembro. A região de Moscou foi a preferida das seleções na hora de escolher o local de preparação. Por ter como vantagem logística a existência de três aeroportos, a localidade será a casa de 11 equipes, entre elas Argentina, Portugal, França e Alemanha.Organização: As seleções passaram a se preocupar com as viagens nas Copas apenas em edições recentes. Até 1994, por exemplo, os times costumavam jogar no mesmo estádio duas das três partidas da fase inicial. Como sempre foi cabeça de chave, o Brasil desfrutou de comodidades. Na Itália, em 1990, por exemplo, não precisou viajar e fez os jogos da campanha em Turim, assim como em 1986, no México, quando jogou as cinco vezes em Guadalajara. A Fifa alterou o formato a partir de 1998, na França, quando a Copa passou a ter 32 seleções em vez das 24 presentes nas quatro edições anteriores. Então, todos os participantes precisavam viajar na primeira fase, sem ter uma sede fixa. O Brasil teve sorte em 2010, na África do Sul, pois se concentrou em Johannesburgo, cidade com dois estádios na Copa. A seleção jogou em ambos na fase de grupos.

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