Consórcio trabalha potencial do ABC para o turismo.

O Consórcio Intermunicipal do ABC está trabalhando o potencial turístico da região para que as Prefeituras tenham uma fonte a mais de recursos. O objetivo é que cada cidade alcance a classificação de Município de Interesse Turístico e receba cerca de R$ 650 mil por ano do Governo do Estado para investir no turismo local. Os trabalhos estão sendo feitos desde abril em parceria com o Senac, que ofereceu uma capacitação ao Consórcio para que um Plano Regional de Turismo seja elaborado até setembro. A princípio, está sendo feito um breve inventário das cidades, listando todos os possíveis atrativos turísticos. “A intenção é trabalhar o potencial do ABC como um todo. O Turismo Industrial, em São Bernardo, pode ser visto como uma inovação interessante para ser replicada”, contou o coordenador do GT Turismo do Consórcio, Fernando Bonísio. Os próximos passos serão definidos em reuniões. As cidades com participação efetiva nas reuniões do Consórcio são Santo André, São Bernardo e Rio Grande da Serra, que têm intenção clara de tornar-se Municípios de Interesse Turístico. “Ribeirão Pires também está na luta para permanecer como Estância Turística. As demais não têm participado das reuniões do GT”, afirmou Bonísio. O coordenador do GT aponta o turismo industrial como uma possível estratégia para Diadema, São Caetano e Mauá. REQUISITOS: De acordo com a lei complementar número 1.261/15, para ser classificado como Município de Interesse Turístico, é preciso ter potencial para o turismo; dispor de serviço médico emergencial; meios de hospedagem na região; infraestrutura básica com abastecimento de água potável e coleta de resíduos sólidos; serviços de alimentação e serviço de informação turística. Atualmente, o Estado de São Paulo possui 70 estâncias turísticas. A lei complementar abriu 140 vagas para Municípios de Interesse Turístico em 2015. As cidades cadastradas recebem recursos do Fundo de Melhoria dos Municípios Turísticos, administrado pelo DADE (Departamento de Apoio às Estâncias), que podem chegar a R$ 170 mil. Neste ano, 20 municípios do interior já foram contemplados, conforme informações da Assembleia Legislativa. AÇÕES: Em Rio Grande da Serra, o Festival do Cambuci já é um dos eventos responsáveis por ser um atrativo turístico. A Prefeitura informou, por meio de nota, no início de maio que está convocando todas as empresas relacionadas ao turismo na cidade para realizar um cadastro e atualizar o Inventário Turístico. A Prefeitura de Santo André informou também em nota, por meio da secretaria de Desenvolvimento Econômico, que está “desenvolvendo ações para se adequar às exigências estaduais para se tornar Município de Interesse Turístico. Entre as ações, o Plano Diretor de Turismo está em andamento e deve ser concluído até o fim do ano. Além disso, questões como Inventário Turístico e Conselho Municipal de Turismo já foram atendidas”. Atualmente, a cidade desenvolve turismo de interesse histórico, cultural e ambiental na Vila de Paranapiacaba e tem como outro ponto turístico o Sabina (Escola Parque do Conhecimento, Planetário e Teatro Digital Johannes Kepler). Em Ribeirão Pires, a Prefeitura reativou o COMTUR (Conselho Municipal de Turismo) e deu início ao processo de criação do Plano Diretor de Turismo em parceria com o Senac. A administração informou que retomou os festejos da cidade, está realizando manutenção nos pontos turísticos e viabiliza parcerias com a iniciativa privada. A cidade tem como eventos turísticos o Festival do Chocolate e a Festa de Nossa Senhora do Pilar.

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Palmeira dos Índios: terra da cultura entra na rota do turismo de aventura.

O município de Palmeira dos Índios descobre, aos poucos, a vocação natural para o turismo de aventura, o ecoturismo e também para a prática de esportes radicais. Os motivos para isso são muitos, mas o principal é a própria natureza, generosa com o lugar. A cidade, localizada no Agreste alagoano, é banhada, principalmente, pelo rio Coruripe e está situada no sopé das serras do Goiti, Candará e Boa Vista, a 342 metros de altitude, acima do nível do mar. Com um clima tropical semiúmido, os verões são quentes e os invernos razoavelmente frios, principalmente à noite. É na Serra do Goiti que começa o Planalto Borborema, região serrana do interior do Nordeste que compreende as cidades de Palmeira e Arapiraca (AL), Campina Grande e Itabaiana ((PB), Caruaru e Garanhuns (PE) e Santa Cruz (RN). E é neste Planalto que 60% da área da cidade está inserida. Os outro 40% ocupam a unidade geo ambiental da Depressão Sertaneja. Ou seja, é um convite para os amantes de esportes, aliados às belas paisagens do lugar, que também inclui museus, casarões, muitas histórias e cultura. Daqui saíram nomes como Graciliano Ramos, Jacinto Silva, Carlos Moura, Clemilda, Mestre Chicão (pai de Dominguinhos), a “Viúva Porcina”, Tenório Cavalcante, Jofre Soares, os índios Xucuru-Kariri, e tantos outros que orgulham a terra. E por ser uma cidade charmosa, que enche os olhos de quem a visita, Palmeira desponta com mais uma novidade e vai receber, no próximo sábado (27), um encontro de amigos, pilotos de parapente, liderado pelo instrutor Emerson Miranda, do grupo Alagoas Voo Livre. Na ocasião, também será inaugurada a Rampa Portal do Sertão, na Serra do Goiti. “Percebemos que Palmeira tem condições propícias para o voo livre, de parapente. Escolhemos o nome da rampa Portal do Sertão porque Palmeira tem todas as características que simbolizam a região, sem falar nas belezas naturais que possui. Tenho certeza de que esse novo passo para o turismo de aventura vai render bons frutos para a cidade, além de atrair pilotos de várias partes do mundo. Realizamos os nossos testes este final de semana, e no próximo, estaremos de volta para um encontro descontraído e cheio de aventuras”, garantiu Emerson, que há 12 anos é instrutor de voo livre. Para o vice-prefeito Márcio Henrique, que acompanhou de perto o “test fly” do Alagoas Voo Livre, Palmeira tem um grande potencial turístico que precisa ser explorado. “O Emerson viu uma grande perspectiva para que o grupo possa atuar em Palmeira, e que também tem rampa natural para isso. Palmeira precisa redescobrir suas vocações, por isso precisamos buscar profissionais que tenham conhecimento das áreas que pretendemos explorar, como essa modalidade do parapente. O município tem história, tem cultura, turismo tudo para se desenvolver e com uma gestão responsável, como está sendo feita agora, isso vai acontecer com toda certeza”, destacou. O prefeito Júlio Cezar reforçou que Palmeira tem vocação natural para os esportes radicais e de aventura, e com a inauguração da rampa o município vai entrar, de vez, na rota da prática de voos livres do Estado e também do Brasil. “Já recebemos o clube do automóvel antigo, em julho teremos circuitos de quadriciclo, de MotoCross, trilhas de jeep e agora o parapente. Aos poucos, vamos resgatando a capacidade que Palmeira tem, não só na área cultural mas também colocando a cidade na rota dos eventos de aventuras. E isso é bom porque as pessoas voltam a frequentar a cidade. É dinheiro novo que vai circular aqui, pois as pessoas abastecem os carros, se hospedam nos hotéis e fazem refeições nos restaurantes e lanchonetes. Palmeira é uma cidade que encanta, é bucólica e a prefeitura vai apoiar tudo isso. Vamos dando um passo de cada vez, em busca do resgate definitivo da nossa história, da nossa cultura, e agora, dando um passo mais à frente com o município entrando na rota dos esportes radicais e do turismo de aventura”, garantiu o prefeito.

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Amazonense cria antena capaz de captar sinal de TV sem interferência em barcos.

 

A antena está sendo desenvolvida pelo jovem desde outubro do ano passado e deve ficar totalmente pronta para operações no mês de julho. Quem depende de embarcações para se deslocar dos municípios do interior para a capital amazonense, ou vice-versa, muitas vezes pode se sentir entediado por não ter o que fazer durante as horas de viagem. Mas essa situação pode mudar em breve: um estudante amazonense está desenvolvendo uma antena que captará sinal de TV aberta ou fechada independente da localidade. A novidade pode beneficiar pessoas que utilizam embarcações e ribeirinhos de toda região amazônica. O estudante de Engenharia de Controle e Automoção Nilton Ferreira, 23, contou que recebeu de um empresário o desafio de desenvolver uma antena que se adaptasse a qualquer região. “Ele já tem uma antena, mas ela não sintoniza automaticamente, ele precisa ligar para a empresa. Então, ele perguntou se a gente conseguiria desenvolver uma mais funcional”, disse. A antena está sendo desenvolvida pelo jovem desde outubro do ano passado e deve ficar totalmente operacional no mês de julho deste ano. Segundo ele, diferente das antenas parabólicas que existem no mercado, a que está sendo desenvolvida por ele não sofrerá interferência, independente da região ou clima. “No caso da TV aberta não teremos esse risco de ficar sem sinal, pode ocorrer apenas com uma empresa de canais fechado, mas não é por causa da nossa antena”, disse. O jovem afirmou que, apesar da antena estar sendo projetada pensando nas embarcações, ela poderá ser utilizada em comunidades do interior e “libertará” as pessoas do isolamento. “Essa antena poderá ser usada nos barcos, municípios do interior e em comunidades, essas pessoas não ficarão mais isoladas”, garantiu. O universitário contou que cada antena poderá transmitir sinal para até 16 aparelhos de TV. Como está sendo desenvolvida sob encomenda para um empresário, a primeira antena deve ter um custo de R$ 12 mil, mas segundo Nilton, o custo poderá ser reduzido até para R$ 6 mil dependendo dos investidores. Tecnologia: Segundo Nilton, o projeto também utiliza inteligência artificial, porque é apenas um posicionamento via servomecânismo que procura sempre a melhor qualidade do sinal. “No projeto nós utilizamos um setorizador para rastrear o transponder da antena. Esse equipamento mostra se o satélite está conectado ou não. Após essa confirmação, nós pegamos este sinal e colocamos diretamente num controlador, onde é feito o controle pelos atuadores”, explicou. Acostumada a fazer viagens de barco pelo menos uma vez no mês, a dona de casa Ivaneide Ribeiro, 39, contou que a falta do que fazer durante as horas de viagem deixam o percurso ainda mais cansativo e começou a sonhar com a possibilidade de ter uma televisão transmitindo a programação de canais abertos e ‘fechados’. “Seria um sonho ficar deitada na minha rede assistindo minha novelinha preferida ou, até mesmo, um filme. Ficar horas dentro do barco sem fazer nada é muito entediante e cansativo. Essa antena começa a ser comercializada quando mesmo? Já vou dar a dica para o dono da embarcação”, contou a dona de casa, que estava aguardando a saída do barco para o Município de Anorí. A universitária Verônica Martins, 30, disse que a novidade deixará as viagens mais prazerosas. “Acho que hoje qualquer pessoa fica cansada com a viagem, sem fazer nada, mas a partir do momento que tiver uma televisão funcionando não ficaremos tão cansados porque teremos alguma coisa para fazer, vamos ter uma entretenimento tanto no barco como nessas comunidades”, disse a universitária.

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