Viagens na Era da Assistência: os consumidores querem ajuda. Cadê sua marca nessa hora?

Aline Prado, Marketing Insights Lead for Travel do Google, fala sobre o panorama atual da indústria de viagens no Brasil e revela as melhores oportunidades para as marcas dialogarem com um público que está cada vez mais exigente nesse segmento.

A internet é a maior conselheira do brasileiro e a coisa mais natural do mundo para nós, hoje em dia, é “dar um Google” toda vez que precisamos de ajuda. O melhor é que podemos fazer isso de qualquer lugar, afinal, os celulares estão sempre ao alcance das nossas mãos.

O Brasil tem 235m de smartphones ativos

Em média, as pessoas olham 183x por dia para a tela do smartphone

 

Estamos vivendo a Era da Assistência. Os smartphones se tornaram verdadeiros assistentes pessoais e, com isso, as expectativas dos consumidores em relação ao que as marcas oferecem ficam cada vez mais altas. Nesse novo cenário de acesso, praticamente irrestrito à informação, se destaca quem consegue ajudar as pessoas a tomarem as melhores decisões de consumo. Isso é especialmente verdade quando analisamos o setor de turismo – a internet e? o meio onde o usua?rio explora, descobre, aprende, compara e compra suas viagens.

85% dos viajantes brasileiros têm acesso à internet. São 53,6m de viajantes conectados

1 bilhão de buscas relacionadas a viagens em 2017. 56% das buscas por turismo foram feitas via smartphone

Mesmo público, mais exigências

No Brasil, contamos com 35% da populac?a?o como viajante e 13%1 como viajante ae?reo. Esses são números que não sofreram alterações significativas nos últimos três anos, ou seja, temos as mesmas pessoas viajando, o que as torna um público cada vez mais exigente no processo de compra da categoria de viagem, buscando auxílio com dúvidas, reclamações e problemas. A prova disso é que, apesar das buscas por compra ainda serem a maior demanda da categoria de passagens aéreas, as buscas por atendimento dentro dessa categoria crescem três vezes mais.

As buscas por atendimento crescem 3x mais que as por intenção de compra.

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