Joinville – Santa Catarina

Joinville significa “cidade feliz“, mas foi também o sobrenome do príncipe Ferdinand Phillipe, marido da princesa Francisca Carolina. O príncipe de Joinville, proprietário de vasta extensão de terras, sem condição de cuidá-las, e sem nunca te-las conhecido, doou grande parte à Sociedade Colonizadora de Hamburgo.

A empresa as utilizou para o assentamento de uma colônia de imigrande alemães, suíços e noruegueses.

Em 9 de março de 1851 a barca Colon aportou no Rio Cachoeira com os primeiros imigrantes. Não foram fáceis os primeiros anos da Colônia Dona Francisca, mas o espírito de luta superou as dificuldades.

Com cerca de quase 600 mil habitantes e diversificado parque fabril, Joinville tem mais de 700 grandes indústrias, sendo algumas as maiores do Brasil no setor. Dentre os produtos fabricados destacam-se a linha de tubos e conexões galvanizadas, motores elétricos, tubos e conexões em plásticos, compressores para equipamentos diversos, refrigeradores, condicionadores de ar, lavadoras e produtos têxteis. Muitos deles são exportados para vários continentes.

Este dinamismo empresarial confere ao município o slogan de “Manchester Catarinense” e a condição de maior cidade de Santa Catarina, inclusive na arrecadação. Embora voltada ao trabalho e a produção, Joinville não se descuida de suas tradições e mantém viva sua história e seus costumes, através de manifestações artísticas e folclóricas, arquitetura típica e o especial cuidado com os jardins e flores.

Situada numa planície entre as densas florestas da Serra do Mar e a Baía da Babitonga, à qual é ligada pela Lagoa de Saguaçú, a cidade é um convite àqueles que gostam de andar a pé.

Joinville não é uma cidade litorânea, mas está ligada ao mar através das baías da Babitonga e Saguaçú e, as praias mais póximas ficam a apenas 30 minutos de automóvel. O barco “Príncipe de Joinville” saindo de Joinville pela baia, pode levar 50 pessoas até São Francisco do Sul pela Baía da Babitonga, por entre inúmeras ilhas cobertas de vegetação tropical e pequenas praias particulares.

Joinville é uma cidade plana e seus bairros se espraiam por quilometros em volta da área central, que é relativamente pequena. Por trás das avenidas,  pacatas ruas de paralelepípedos que ainda existem, ladeadas de jardins belísimos revelam verdadeiros tesouros da arquitetura colonial germânica.
Casas em estilo enxaimel, com detalhes em madeira, floreiras nas janelas e galos de metal nos telhados, mais parecem ter saído de um conto de fadas.

A pujança industrial de Joinville não interfere na pureza da sua região rural, onde pequenas e bem cuidadas propriedades são intercaladas por recantos pitorescos de vegetação nativa, rios e cachoeiras de águas frescas e cristalinas.

Exemplo é a Estrada Bonida a 20 km do Pórtico de Entrada, que culmina no Recanto Tia Marta, onde um restaurante atende com deliciosas comidas e chopp gelado, entre um banho e outro no Rio Bonito.

Nos últimos anos Joinville enriqueceu seu calendário com festas em todas as épocas do ano. Em maio tem a Festa Nacional de Atiradores – FENATIRO, que reune clubes de tiro de todo o Brasil, para competições durante 10 dias. Bailes, danças folclóricas, desfiles, chopp e boas comidas completam o programa. No mes de Julho acontece o Festival de Dança de Joinville, maior do gênero na América Latina e o 4º no mundo. Reúne cerca de 5000 bailarinos, do Brasil e do exterior, durante 12 dias de apresentações em palcos fechados e ao ar livre.

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Onde ficar

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